segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
PROJETO DE TRANSIÇÃO - 5º PARA 6º ANO
PROJETO
DE TRANSIÇÃO DO 5º ANO PARA O 6º ANO
PARTICIPANTES:
COLÉGIO ESTADUAL “NESTOR
DE CASTRO” EFEM
ESCOLA MUNICIPAL
“ARNALDO BUSATO” EIEF
SULINA
(PR)
2013
JUSTIFICATIVA
“Todo o
aluno traz para sala de aula uma história pessoal, com experiências
particulares vividas na família, na sociedade, com disposições e
condições diversas para realizar seu percurso de estudante, e
expectativas diferenciadas com relação a um projeto de vida”
(GRILLO, 2001, p.79).
A
entrada para o 6º ano representa o desejo de crescer e conquistar a
nova identidade social. Depois de conviver com apenas um educador em
sala de aula durante anos, a troca para até oito deles parece algo
bem difícil. Falar sobre as tarefas e as avaliações de sua
disciplina, antes mesmo de começar a lecionar para a turma é uma
forma de tranquilizar e organizar o andamento das aulas.
Até o
5º ano, o aluno está sempre sendo cuidado pelo seu professor, que é
o responsável por tudo que ele fizer. Os alunos do 6º ano percebem
que é possível ficar na escola sem um adulto responsável por eles
todo o momento. E começam a se preparar e se acostumar com
professores que não terão todo o tempo disponível para eles. Essas
mudanças se refletem nas práticas compondo novas exigências e
novos desafios. O 6º ano não é necessariamente mais difícil, mas
é um ano no qual alunos e pais são desafiados a corresponderem com
expectativas diferentes.
Os
sentimentos com relação à escola e à sala de aula passam a ser
diferentes. Na escola, além de se ter aulas, surge o espaço para
amigos, namoros e brincadeiras, sem a supervisão em todo o momento
de um professor. A vida dos adolescentes é uma gangorra oscilante,
devido às mudanças de
atitudes. Alterações de humor e o contato com diferentes
professores permitem ao aluno construir novas formas de relação com
o conhecimento.
O ritmo
dos alunos é um aspecto que merece atenção. No 5º ano, com uma
professora, as aulas tendem a ser mais tranquilas. No 6º, com
períodos de 50 minutos, a dinâmica se acelera. As aulas também
ficam mais densas, exigindo maior concentração. Em geral,
superado o primeiro bimestre, os alunos já estão mais acostumados
ao andamento das aulas e acompanham as atividades com mais
facilidade.
A escola
pode ajudar realizando reunião com os pais e com os “novos”
alunos explicando como serão as ações e atividades. Toda a
comunicação realizada como importantes ferramentas para informar
sobre as mudanças na rotina dos estudantes e orientá-los no sentido
de ajudar a enfrentarem os novos desafios pedagógicos e pessoais.
Partindo
desse pressuposto, a equipe de professores, pedagogos e direção do
5º ano da Escola Municipal “Arnaldo Busato” EIEF, e do 6º ano
do Colégio Estadual “Nestor de Castro” EFEM, estão realizando
reuniões e pesquisas com os alunos a fim de delinearem metas e ações
para minimizar os efeitos que este período traz aos adolescentes.
OBJETIVOS
Promover
atividades de adaptação dos alunos do 5ºano para o 6ºano e
possibilitar avanços na aprendizagem, na postura de estudante, nas
relações interpessoais e no desenvolvimento
pessoal.
Contribuir para que os alunos tenham uma transição suave em relação
tempo, espaços, professores, materiais, novos agrupamentos e
avaliação.
Possibilitar ao professor um maior conhecimento sobre o aluno e
adequar
as propostas de ensino às necessidades de aprendizagem da turma.
ATIVIDADES
A
transição de escolas pode ser facilitada e tornar-se mais suave e
agradável se for precedida de atividades programadas para o efeito.
Para tal foram realizadas as seguintes ações:
- Organizar um encontro de professores do 5º e do 6ºano, com objetivo de refletir sobre a temática da passagem e fazer ajustes das expectativas da aprendizagem.
- Promover junto à equipe gestora um encontro com alunos dos 5ºanos e 6ºanos para que tirem dúvidas.
- Levar os alunos dos 5ºanos para visitar e conhecer o espaço da escola, o novo ambiente escolar, professores, funcionários.
- Promover intercâmbio sócio cultural e esportivo entre 5º e 6º ano do município.
- Organizar visitas dos professores do 6ºano, para os alunos do 5º ano, para explicar como funciona o processo escolar.
- Organizar uma pesquisa para os alunos dos 5ºano e 6º ano como:
PESQUISA
FEITA COM ALUNOS DOS 6ºANOS
1)
Fez muitos amigos, durante o ano, nesta escola?
2)
Pensa que os teus colegas de turma gostam de ti?
3)
No 5º ano tinha um professor para muitas disciplinas. No 6º ano tem
um professor para cada disciplina. Como gosta mais?
4)
Do que é que você gosta mais nesta escola?
5)Como
é que se sentiu quando começou o ano nesta escola, e como se sente
agora?
6)
O que foi mais difícil, para você se habituar a esta escola?
- Que conselhos daria aos alunos do 5º ano que vêm para esta escola no ano que vem?
PESQUISA
FEITA COM ALUNOS DOS 5º ANOS
- Quais são as suas expectativas ao mudar de escola no ano que vem. Ir para o “colégião”?
- Nas sua escola você tem um professor para quase todas as disciplinas, e na outra escola, você terá um professor para cada disciplina. Você fica muito preocupado com isso?
- O horário das aulas será referente a cada matéria, muitas vezes uma aula para cada matéria. Como você se sente em relação a isso?
- O que mais te preocupas quando chegar na outra escola, o que você acha que será mais difícil?
- Você fez muitos amigos nessa escola, terá saudades?
- Fazer um vídeo sobre a nova escola para ser apresentado aos novos alunos.
- Os alunos do 5ºano fazer uma visita para os alunos do 6ºano, quando eles apresentarem o projeto de ciências na sala de aula.
- Realizar na medida do possível avaliação psicológica dos alunos do 5ºano que estão em defasagem escolar e dificuldade no desenvolvimento de aprendizagem, para que possam frequentar o 6º ano, a sala de recursos ou a sala de apoio, e assim desenvolver seu potencial cognitivo.
- Reunião com os pais no início do ano letivo de 2014.
RECURSOS
Materiais
pedagógicos, equipamentos de áudio, mídia, tecnológicos e humanos
( toda a equipe escolar).
PÚBLICO-ALVO
Professores,
alunos, direção, equipe pedagógica e pais.
CRONOGRAMA
DE DESENVOLVIMENTO
As
atividades referente ao Projeto foram desenvolvidas na seguinte
ordem:
- 18/10/13 à 29/10/13 – elaboração do projeto.
- 25/10/2013 à 28/10/2013 - elaboração da pesquisa com aluno do 5ºano e 6ºano.
- 30/10/2013 - apresentação do Projeto aos professores, da pesquisa realizada com os alunos do 5º e 6º anos e elaboração das ações para o mesmo.
- 06/11/13 – Reajustes e envio do projeto ao NRE.
- 11/11/13 à março de 2014- Realização das ações previstas no Projeto.
RESULTADOS
Considerando que
a proposta de articulação no processo da transição dos alunos do
5º para o 6º ano teve início em outubro de 2013, portanto não é
possível mensurar todos os resultados do projeto, pois o mesmo terá
continuidade em 2014 . Todavia
cabe ressaltar que toda equipe está muito empenhada no
desenvolvimento do processo de transição.
Destaca-se que até o
presente momento já foram realizadas os seguintes encaminhamentos:
- Encontro com professores do 6ºano e do 5ºano, para apresentação do projeto e articular ações para para minimizar a transição dos alunos do 5ºano para o 6ºano.
- Pesquisa feita com os alunos do 5ºano e 6ºano.
- Primeira visita dos alunos do 5ºano aos alunos do 6ºano em sala de aula para assistir uma aula de matemática.
- As outras ações serão desenvolvidas no decorrer do mês de novembro e primeira semana de dezembro.
Os
resultados das ações descritas no projeto deverão ser avaliados no
primeiro semestre de 2014, quando estas já tiverem sido
implementadas.
domingo, 20 de outubro de 2013
PROJETO DE TRANSIÇÃO 5° PARA 6° ANO
Veja quais são os principais ritos de passagem pelos quais o aluno do 6º ano passa e como os pais podem cooperar para que a transição seja a melhor possível:
terça-feira, 8 de outubro de 2013
GABARITO PTE
PTE
ATIVIDADE 1
Condições – direito – constitucional – atendimento – programas – suplementares – responsabilidade - direito – política – pública – transporte – escolar.
d, f, h, i
conhecer – pesquisas – ajustes – aprimoramentos- especificações- conformidade – fiscalização – denúncia – segurança.
ATIVIDADE 2
caminho da escola
pnte
pnate
ATIVIDADE 1
Condições – direito – constitucional – atendimento – programas – suplementares – responsabilidade - direito – política – pública – transporte – escolar.
d, f, h, i
conhecer – pesquisas – ajustes – aprimoramentos- especificações- conformidade – fiscalização – denúncia – segurança.
ATIVIDADE 2
caminho da escola
pnte
pnate
ATIVIDADE 3
No módulo, a palavra “suplementar” é usada com o sentido de “complementação, contribuição, apoio”. O que isso significa? Na verdade, a responsabilidade de oferecer transporte escolar para os alunos da área rural, matriculados na Educação Básica pública, é do município e dos estados. Cabe ao governo federal, por intermédio do MEC/FNDE, oferecer o apoio (assistência financeira) a essa política pública.
ATIVIDADE 4
R: No município de Sulina o Transporte Escolar não possui
Legislação própria, mas seguimos as Leis Estaduais e Federais. Também as normas
estabelecidas pelo FNDE segundo o PNATE.
ATIVIDADE 5a)V, b) F, c) V, d) F, e) F, f) F, g)F, h) V, i) V, j) F
ATIVIDADE 6
Resposta pessoal sobre o que vc acha do transporte do nosso município.
ATIVIDADE 5a)V, b) F, c) V, d) F, e) F, f) F, g)F, h) V, i) V, j) F
ATIVIDADE 6
Resposta pessoal sobre o que vc acha do transporte do nosso município.
Também
pesquise com alunos e pais.
ATIVIDADE 7
Fnde
Eex
cacs
ATIVIDADE 8
a)9,
b)2,
c)6,
d)8,
e)4,
f)1,
g)7,
h)3,
i)5.
b - O FNDE é responsável pelos passos 2 e 3; o EEx se responsabiliza pelos passos 1, 4, 5, e 7; já o CACS/Fundeb deve executar os passos 6, 8, e 9.
ATIVIDAE 9
Para receber os recursos do Pnate, as secretarias de educação dos estados, Distrito Federal e municípios devem obrigatoriamente participar do censo escolar, informando o número de alunos residentes na zona rural. Além disso, é preciso aplicar os recursos financeiros em conformidade com as diretrizes do programa, elaborar a prestação de contas (com o cuidado para que elas não contenham irregularidade)e entregá-la, no prazo previsto, para o conselho do Fundeb.
ATIVIDADE 10
fator de necessidade de recursos do município - fator de correção de desigualdades regionais
ATIVIDADE 11
ATIVIDADE 7
Fnde
Eex
cacs
ATIVIDADE 8
a)9,
b)2,
c)6,
d)8,
e)4,
f)1,
g)7,
h)3,
i)5.
b - O FNDE é responsável pelos passos 2 e 3; o EEx se responsabiliza pelos passos 1, 4, 5, e 7; já o CACS/Fundeb deve executar os passos 6, 8, e 9.
ATIVIDAE 9
Para receber os recursos do Pnate, as secretarias de educação dos estados, Distrito Federal e municípios devem obrigatoriamente participar do censo escolar, informando o número de alunos residentes na zona rural. Além disso, é preciso aplicar os recursos financeiros em conformidade com as diretrizes do programa, elaborar a prestação de contas (com o cuidado para que elas não contenham irregularidade)e entregá-la, no prazo previsto, para o conselho do Fundeb.
ATIVIDADE 10
fator de necessidade de recursos do município - fator de correção de desigualdades regionais
ATIVIDADE 11
a)
Em que faixa de necessidade de recursos o seu estado se
inclui?
Muito Baixa
b)
Munic: SULINA
Alunos munic 216 , Alunos do
Estado 225 total geral 441
Recursos
do munic. 19.838,56 recursos do PNATE 20.665,16,
total
Geral 40.503,72
c) O valor repassado ao
município e prestado conta ao Fundeb é o mesmo que está disponível no site do
FNDE.
ATIVIDADE 12
Verdadeiras: a, b, e, g; Falsas: c, d, f
ATIVIDADE 13
analisar; definir;volume; recursos; modalidade; dispensa; compras; serviços; 8.000,00.
ATIVIDADE 14
Termo de referência – projeto base
ATIVIDADE 15
a. 1; b. 2; c. 5; d. 6; e. 4; f. 3
1, 2, 6
3, 4
5
( LETRA B EXATAMENTE ASSIM 1, 2, 3 tem que coloca virgula depois espaço)
ATIVIDADE 16
Durante a fase de execução do Pnate, é preciso estar atento para evitar erros, como depósitos de recursos próprios do EEx na conta corrente do programa, pagamentos de despesas (serviços ou aquisições)realizados em espécie (dinheiro), pagamento de vários fornecedores com o mesmo cheque, entre outros. Já na prestação de contas, deve-se cuidar, entre outros itens, para que não faltem o CNPJ das empresas ou o CPF de prestadores de serviços, bem como a declaração da forma de pagamento adotada para a despesa e o número da transação (cheque nominativo, ordem bancária ou transferência eletrônica de disponibilidade – TED).
ATIVIDADE 17
b, d, g, h
ATIVIDADE 18
Compete ao Cacs/Fundeb fazer o acompanhamento e o controle social sobre a repartição, a transferência, a aplicação e a prestação de contas dos recursos do Pnate.
ATIVIDADE 19
C – E
ATIVIDADE 20
a) Não sou membro do conselho.
ATIVIDADE 12
Verdadeiras: a, b, e, g; Falsas: c, d, f
ATIVIDADE 13
analisar; definir;volume; recursos; modalidade; dispensa; compras; serviços; 8.000,00.
ATIVIDADE 14
Termo de referência – projeto base
ATIVIDADE 15
a. 1; b. 2; c. 5; d. 6; e. 4; f. 3
1, 2, 6
3, 4
5
( LETRA B EXATAMENTE ASSIM 1, 2, 3 tem que coloca virgula depois espaço)
ATIVIDADE 16
Durante a fase de execução do Pnate, é preciso estar atento para evitar erros, como depósitos de recursos próprios do EEx na conta corrente do programa, pagamentos de despesas (serviços ou aquisições)realizados em espécie (dinheiro), pagamento de vários fornecedores com o mesmo cheque, entre outros. Já na prestação de contas, deve-se cuidar, entre outros itens, para que não faltem o CNPJ das empresas ou o CPF de prestadores de serviços, bem como a declaração da forma de pagamento adotada para a despesa e o número da transação (cheque nominativo, ordem bancária ou transferência eletrônica de disponibilidade – TED).
ATIVIDADE 17
b, d, g, h
ATIVIDADE 18
Compete ao Cacs/Fundeb fazer o acompanhamento e o controle social sobre a repartição, a transferência, a aplicação e a prestação de contas dos recursos do Pnate.
ATIVIDADE 19
C – E
ATIVIDADE 20
a) Não sou membro do conselho.
b) Sim. Gostaria de
participar.
c)
d) Sim. Gostaria de
participar.
e) ( x ) SIM
f) Reuniões, convites,
atas e aprovações das contas.
g) Não, vem sendo
divulgados as reuniões de alguns conselhos. O conselho da alimentação vem
desenvolvendo muito bem seus trabalhos.
h) O CONSELHO foi
renovado no mês de agosto de 2013, tendo vigência por dois anos. O Conselho se
reúne sempre que necessário, como por exemplo para instituir o parecer de
prestação de contas a serem apreao FNDE, também acompanhar a aplicação dos
recursos do FUNDEB
i) ATIVIDADE 21
A ordem correta da numeração é: 2, 4, 6, 1, 3 e 5
PESQUISA REALIZADA COM MOTORISTAS DO TRANSPORTE ESCOLAR
A EQUIPE DE MOTORISTA RELATOU QUE O TRANSPORTE VEM MELHORANDO, ESTÁ DENTRO DAS NORMAS ESTABELECIDAS, REALIZA REUNIÕES COM A SECRETARIA PARA FAZER O ACOMPANHAMENTO.
A ordem correta da numeração é: 2, 4, 6, 1, 3 e 5
PESQUISA REALIZADA COM MOTORISTAS DO TRANSPORTE ESCOLAR
A EQUIPE DE MOTORISTA RELATOU QUE O TRANSPORTE VEM MELHORANDO, ESTÁ DENTRO DAS NORMAS ESTABELECIDAS, REALIZA REUNIÕES COM A SECRETARIA PARA FAZER O ACOMPANHAMENTO.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
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